quarta-feira, 7 de março de 2012

"Reis" voltam, elevam status e fazem da Copa do Brasil-2012 versão mais turbinada

O total de títulos somado dos campeões que jogam em 2012 são 13 conquistas

Vasco foi o campeão da Copa do Brasil 2011
A Copa do Brasil-2012 tem início na noite desta quarta-feira com a volta de seus principais "reis", concorrendo juntos, e do retorno de alguns históricos azarões que já foram campeões, o que deixa a competição como a mais turbinada da história.

Com Cruzeiro e Grêmio, os maiores vencedores, cada um dono de quatro títulos, disputando juntos o torneio após seis anos, e a volta de Criciúma e Juventude, que estavam ausente da competição havia três edições, a versão 2012 do torneio nacional é a mais recheada de campeões e títulos.

O número de times campeões na disputa é recorde, com sete. Além dos quatro já citados, Palmeiras, Sport e Paulista, cada um com um título, estão no páreo. Este número de sete "estrelados" na disputa só ocorreu em 99 e 2000, mas naquela época os times que jogavam a Libertadores no mesmo ano estavam aptos disputar as duas competições.

Desde então, os times nacionais que jogam o torneio sul-americano, inclusive o campeão da Copa do Brasil do ano anterior, ficam fora.

EDIÇÕES MAIS TURBINADAS

Ano de disputa Número de campeões Número de títulos
2012 7 13
2006 6 13
2000 7 10
1999 7 9

O total de títulos somado dos campeões que jogam em 2012 são 13 conquistas, mesmo número que em 2006, mas naquela ocasião apenas seis times campeões estavam na disputa.

E com Grêmio e Cruzeiro concorrendo juntos, o torneio tende a ser mais difícil. A força dos dois maiores campeões é tão grande que de 89 até 2000, quando todos brasileiros que jogavam a Libertadores também eram "liberados" para jogar a Copa do Brasil, seis das 12 edições do torneio nacional foram vencidas por um dos dois clubes, ou seja, 50%.

Mas, nos 11 torneios a partir de 2001, com a restrição em função da Libertadores, Grêmio e Cruzeiro só levaram um título cada. No entanto, só jogaram juntos duas vezes, em 2005 e 2006, pois em sete oportunidades pelo menos um deles estava na competição sul-americana, e por duas os dois estavam.

O torneio deste ano ainda pode reviver um confrontos histórico de técnicos, mas de lados opostos.

Na edição de 1993 o Grêmio, então comandado por Luiz Felipe Scolari, eliminou o Palmeiras, de Vanderlei Luxemburgo. Três anos depois, o time paulista deu o troco e eliminou o rival, em Porto Alegre.
Agora, se forem avançando, os dois times podem se encontrar nas quartas de final, com os treinadores de lados opostos.

E foi na Copa do Brasil de 1995, em um triunfo do Grêmio de Scolari sobre o Flamengo de Luxa, que os dois começaram  um frio relacionamento após uma agressão do gaúcho ao rival no estádio Olímpico.




Fonte: Uol Esporte
Crédito da Imagem:  Heuler Andrey/DiaEsportivo/AGIF

segunda-feira, 5 de março de 2012

Ganso reencontra boa fase e volta a ser dono do meio-campo; veja números do clássico

Depois de enfrentar um período conturbado na carreira após a séria cirurgia no joelho, o meia Paulo Henrique Ganso enfim reencontrou a sua boa fase.

Depois de enfrentar um período conturbado na carreira após a séria cirurgia no joelho, o meia Paulo Henrique Ganso enfim reencontrou a sua boa fase. Neste domingo, o jogador deu mais uma prova disso. Ganso não sentiu nem um pouco o peso do clássico contra o Corinthians, foi dono absoluto do meio de campo e acabou coroando a atuação com uma primorosa assistência para o único gol do jogo, marcado por Ibson.

Os números comprovam a boa fase. No clássico, Ganso apareceu demais para o jogo, ficou 1min49s com a bola nos pés e acabou como o segundo santista com mais posse, atrás apenas do outro astro do time, Neymar (2 minutos). O meia ainda cuidou muito bem da bola e a perdeu em apenas cinco lances.

Mais do que isso, porém, Ganso foi o verdadeiro dono do meio de campo. Ele acertou nada menos do que 52 passes e errou apenas seis. Além disso, o armador deu três lançamentos certos e erro apenas um. Paulo Henrique foi bem até na marcação e conseguiu desarmar os rivais em duas oportunidades.

Ganso deu passe perfeito para Ibson fazer o gol da vitória no clássico contra o Corinthians
Ganso deu passe perfeito para Ibson fazer o gol da vitória no clássico contra o Corinthians
 
Atuação que fez Ganso ganhar elogios. “O que está ajudando ele a melhorar é o que ele está fazendo sem a bola. Claro que nem eu, nem o Mano (Menezes) queremos transformar ele em um marcador, mas ele melhorou muito sem a bola no pé. No jogo contra a Bósnia, por exemplo, pra mim ele mudou o jogo e hoje foi muito bem de novo”, disse Muricy Ramalho.

“Mas ele foi bem também porque estamos dando liberdade para ele buscar a bola atrás do Ibson e do Arouca. Com a qualidade que ele, tem isso é necessário. Só que ele sabe que tem que chegar à frente também, e está chegando”, completou o técnico.

E Muricy tem razão. Apesar de Ganso ter ido bem também na marcação, o trabalho sujo acabou ficando mais com outros jogadores. E quem se destacou foi surpreendentemente o lateral-esquerdo Juan. Criticado pelas falhas defensivas, ele acabou sendo quem mais desarmou os rivais: cinco vezes. No meio, Arouca (dois desarmes e 53 passes certos) e Henrique (três roubadas de bola) também ajudaram Paulo Henrique a ter liberdade.

Tímido, mas participativo – Neymar não teve o melhor de seus dias, mas também ficou muito longe de se esconder para o jogo. O atacante foi o que mais ficou com a bola nos pés, mas acabou pecando na hora decisiva das jogadas.

O astro santista até foi bem nos passes (35 certos e só três errados), mas perdeu muito a bola: 13 vezes no total. Como de costume, Neymar partiu para cima da marcação, mas acabou errando mais do que acertando nos dribles: três erros e dois acertos. Nas finalizações, o atacante até deu trabalho para Júlio César uma vez, mas chutou outras três bolas para fora do gol.
 
 
 
 
Fonte: espn
Crédito da imagem: Flickr Santos

sábado, 3 de março de 2012

Tecnologia, véu, spray e cartões: veja as principais propostas de mudanças nas regras do futebol

Neste sábado, uma reunião entre membros da Fifa e da International Board (IFAB) debaterá algumas novidades que prometem muita polêmica, mas também buscam facilitar a vida dos árbitros e jogadores.

Copa-2010 foi marcada por erros de arbitragem
O futebol pode apresentar algumas mudanças em suas regras em breve. A partir de julho, você já terá que se acostumar às alterações, caso alguma delas passe pelo crivo dos dirigentes.

 Neste sábado, uma reunião entre membros da Fifa e da International Board (IFAB) debaterá algumas novidades que prometem muita polêmica, mas também buscam facilitar a vida dos árbitros e jogadores. Na pauta, ainda haverá as observações feitas pela Força Tarefa da Fifa para tentar melhorar alguns aspectos do jogo.

O encontro será realizado em Surrey (Inglaterra). As principais mudanças que serão discutidas nesta reunião se referem a questões disciplinares. As atenções também se voltam para a discussão em torno do uso de recursos tecnológicos no futebol para determinar se a bola ultrapassou ou não a linha do gol.

Joseph Blatter desempenha papel fundamental nesta história. Antes reticente quanto à adoção de sistemas ‘inteligentes’ para eliminar as dúvidas quanto à marcação de gols, agora o presidente da Fifa até fez um apelo para que a IFAB use a tecnologia para acabar de vez com as polêmicas.

Os membros da Fifa e da IFAB analisarão as observações feitas pela Força Tarefa da Fifa. O grupo, que reúne diversas personalidades do futebol (como os ex-jogadores Franz Beckenbauer, Pelé e Cafu), tem como objetivo estudar propostas para aprimorar o futebol.

Para que uma mudança nas regras do futebol seja aprovada, são necessários seis dos oito votos do quadro de eleitores. A Fifa tem direito a quatro votos; a IFAB também tem quatro (um de cada um de seus membros – Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte).

Cabe lembrar que a posição final sobre as questões do uso de tecnologia e do quinteto de arbitragem ficarão para julho, quando haverá nova reunião. No encontro deste sábado, serão debatidos apenas os resultados dos testes feitos até agora.

Confira alguns dos pontos que serão analisados na reunião deste sábado:

AFINAL, FOI GOL OU NÃO FOI?

  A questão mais polêmica gira em torno do uso de recursos tecnológicos para definir se a bola ultrapassou ou não a linha do gol. Alguns sistemas foram propostos, como por exemplo uma bola com chip e o ‘Olho do Falcão’ (câmeras colocadas em posições estratégicas). A Fifa se mostrava contrária à ideia, mas mostrou-se aberta ao debate após seguidos erros em partidas importantes – como no caso clássico do gol marcado pela Inglaterra contra a Alemanha na última Copa do Mundo, mas que não foi validado.

QUINTETO DE ARBITRAGEM

Em alguns campeonatos no Brasil e no mundo, as partidas são acompanhadas por um quinteto de arbitragem. Os dois auxiliares extras ficam atrás de cada gol e tem como missão ajudar o árbitro em lances duvidosos dentro da área. A reunião avaliará os resultados das experiências feitas ao redor do mundo.

BANCO DE RESERVAS MAIOR

   Hoje, até sete jogadores podem ficar no banco de reservas durante uma partida. Pretende-se ampliar este número para 12. O que também pode aumentar é o número de substituições: das três atuais, elas passariam para quatro – mas apenas quando uma partida for para a prorrogação.

QUESTÕES DISCIPLINARES

Hoje, o último homem da defesa recebe cartão vermelho direto se impede a progressão de um adversário em lance claro de gol. A polêmica mudança prevê que, nestes casos, o árbitro não está mais obrigado a expulsar o infrator. Outra questão que promete bastante discussão: quem cometer um pênalti leva obrigatoriamente um cartão amarelo, independentemente do tipo de falta cometida.

SPRAY, O MELHOR AMIGO DOS ÁRBITROS

  Em jogos na América do Sul, tornou-se comum ver os árbitros assinalando o local exato da cobrança de falta com um spray. O mesmo método é utilizado para determinar a distância correta da barreira, coibindo o famoso “passinho” para a frente – que muitas vezes era uma caminhada. Estuda-se estender esta prática para todas as competições no mundo.

VÉU DA DISCÓRDIA

Outra discussão que promete muita polêmica por conta de questões religiosas. A Fifa proibiu que times e seleções de países islâmicos usassem véus, o que provocou muita revolta nestas nações envolvidas. Agora, espera-se chegar a um acordo sobre o delicado tema.

BOLA AO CHÃO

  Os membros da Fifa e da IFAB discutirão se uma finalização direta para o gol em um lance desses continua válido ou se haverá algum tipo de regra mais específica.




Fonte: Uol Esporte
Crédito da Imagem: Cameron Spencer/Getty Images

sexta-feira, 2 de março de 2012

Barrichello planeja samba da vitória no Anhembi: “é o lugar ideal”

A tradicional comemoração de Rubens Barrichello após suas vitórias na Fórmula 1 com alguns passos de samba pode ter encontrado um palco perfeito em 2012

A tradicional comemoração de Rubens Barrichello após suas vitórias na Fórmula 1 com alguns passos de samba pode ter encontrado um palco perfeito em 2012, o Sambódromo do Anhembi. O pódio da São Paulo Indy 300, etapa paulistana da categoria, fica em frente ao local, que também faz parte do circuito.

O veterano anunciou nesta quinta-feira o acerto com a equipe KV para disputar a temporada de 2012 da Fórmula Indy, já que ficou sem vaga no grid da F-1 após 19 anos consecutivos na categoria. Seu lugar na Williams é ocupado pelo compatriota Bruno Senna.

“Eu nunca tinha pensado nisso, mas não vejo lugar mais apropriado para dar uma sambadinha, tem que voltar que é uma brincadeira”, disse o piloto brasileiro, que será companheiro do amigo Tony Kanaan. “Muita gente acha ridículo, mas também tem muita gente que me escreve pedindo para fazer. Acho um local excelente para acontecer”, completou.

A sambada de Barrichello em cima do pódio ficou famosa em seus anos na Fórmula 1. Em uma de suas vitórias mais célebres, no Grande Prêmio da Europa de 2009, em Valência, o piloto não se conteve aos movimentos de dança. Logo ao sair do carro beijou a câmera do cinegrafista que o acompanhava. Já após receber o troféu e dar sua tradicional sambada, beijou o pódio.

A estreia de Barrichello na Fórmula Indy ocorrerá no Grande Prêmio de São Petersburgo, abertura da categoria, no dia 25 de março. A etapa paulistana é a terceira da temporada e está marcada para o dia 29 de abril. Nos últimos dois anos, a chuva foi um dos principais problemas da prova, que contou com bom público nas arquibancadas.

“A torcida brasileira que foi para Interlagos vai mudar de endereço para o Anhembi. Espero que a casa esteja cheia e é uma alegria enorme poder ter mudado de endereço e continuado com a mesma tocida. Não tenha dúvida que essa é uma prova que eu gostaria de fazer bem feito. Até fiz um trato com o Tony, se ele me deixar ganhar aqui, eu deixo ele ganhar as 500 Milhas de Indianápolis”, brincou Barrichello.




Fonte: gazetaesportiva.net
Crédito da Imagem: AFP

Thiago Neves vê futebol 'sem graça' sem polêmicas e crê que Ronaldinho tem problema fora de campo

Questionado também sobre as atuações medianas de Ronaldinho Gaúcho, seu ex-companheiro de Flamengo, o meia acredita em algum problema extracampo

Em entrevista ao jornal 'Extra', publicada nesta sexta-feira, o meia Thiago Neves disse que o futebol está perdendo a graça por causa dos discursos sempre corretos dos jogadores. “Acho que perdeu um pouco a graça. Mas, infelizmente, às vezes você acaba falando uma verdade que todo mundo transforma em polêmica. Então tem que controlar”, afirmou o atleta do Fluminense.

No começo deste ano, Thiago Neves cansou de esperar o Flamengo se acertar com o seu então clube, o Al Hilal, tomou as rédeas da negociação e retornou para o time das Laranjeiras. E logo em seu primeiro campeonato com o Flu já conquistou um título: a Taça Guanabara, com vitória por 3 a 1 sobre o Vasco.

O meio-campista diz que prefere jogos decisivos. “Não sou jogador de ter medo. Por mais que as coisas não estejam bem, eu continuo tentando fazer a mesma jogada. E, às vezes, ela costuma dar certo. Por mais que eu perca três vezes, acaba saindo um gol, uma jogada boa. Na final contra o Vasco, não fiz gol, mas tive chance de fazer, teve o passe para o Fred”, lembrou.

Thiago Neves retornou às Laranjeiras em 2012 e já conquistou o título da Taça Guanabara
Thiago Neves retornou às Laranjeiras em 2012 e já conquistou o título da Taça Guanabara
 
A conquista tira um pouco da pressão que o técnico Abel Braga vinha sofrendo, sendo por parte de diretores como da torcida. Thiago Neves defendeu o treinador das críticas.

“(A pressão) Foi injusta. Pelo trabalho que ele fez no ano passado. (O time) Ainda estava meio balançado, e ele conseguiu deixar a equipe em terceiro lugar no Brasileiro. Na Taça Guanabara, entraram outros jogadores e teve mudança de esquema. Tinha que dar um pouco mais de tempo para ele. O torcedor tem o direito de cobrar, mas eu acho que também tem que olhar um pouco para trás. Ver o que o Abel fez para poder falar alguma coisa”, continuou.

Questionado também sobre as atuações medianas de Ronaldinho Gaúcho, seu ex-companheiro de Flamengo, o meia acredita em algum problema extracampo. “Eu acho que ele tem seus motivos. É estranho porque ele não é de faltar, não é de se atrasar. Até quando ele estava em uma fase ruim no ano passado ele continuava treinando. Eu acho que ele deve estar com algum problema fora”, falou. 




Fonte: espn
Crédito da Imagem: Crédito da imagem: Flickr Fluminense

Mesmo ‘disperso’, Lucas supera falta de sono e decide partida

Depois de uma tarde inteira de sono, o jogador vestiu a camisa 7 do São Paulo e abriu o marcador na vitória

Meia Lucas, marcou na vitória do São Paulo
O meia-atacante Lucas chegou ao CT da Barra Funda às 5h30 (de Brasília) da quinta-feira, depois de quase doze horas no vôo de Frankfurt a Guarulhos que trazia jogadores da Seleção Brasileira de volta aos seus clubes após a vitória por 2 a 1 sobre a Bósnia. Depois de uma tarde inteira de sono, o jogador vestiu a camisa 7 do São Paulo e abriu o marcador na vitória por 3 a 0 sobre o Guaratinguetá, à noite.

O próprio Lucas confessou que dormiu pouco na viagem, já que tem medo de avião, e também demorou para pegar no sono em terra firme. Apesar dos elogios ao gol e à atuação que abriu o caminho da vitória do Tricolor, o técnico Emerson Leão deixou claro que, de fato, Lucas estava muito disperso dentro de campo, sem prestar atenção no que fazia.

“Ele faz falta, porque é um jogador que sai de dificuldades dentro de campo quando não se espera, e tem rompantes de artilheiro. Hoje estava cansado, disperso, mas ainda bem que nada aconteceu”, disse Leão, que ainda emendou: “Colocamos a cara para bater com o Lucas”. A afirmação faz referência ao desentendimento entre o próprio treinador e a CBF, personificada em Andrés Sanchez, Diretor de Seleções da entidade.

Na última semana, Leão revelou um pedido do São Paulo para que o jogador viajasse mais tarde para a Suíça, palco do embate contra a Bósnia, e até mesmo acusou a CBF de orientar Lucas a forçar o terceiro cartão amarelo e evitar ‘barulho’ em sua ausência no clássico contra o Palmeiras. Após o bate-boca entre Leão e Andrés, a CBF concordou em liberá-lo. Lucas esteve em campo por dez minutos na vitória da Seleção e já viajou de volta para São Paulo.

“Eu cheguei no CT 5h30, fui dormir lá para as 6h30 e dentro de campo cansei desde o primeiro tempo. O importante é estar jogando e marcando, seja com o São Paulo ou com a Seleção Brasileira. Acho legal quando a gente faz um esforço e vê que dá certo, que tudo é valido. Me superei aqui e pude ajudar a equipe a sair com a vitoria”, disse Lucas.

O camisa 7 provavelmente será ausência no próximo domingo, quando o São Paulo vai a Piracicaba enfrentar o XV, pois Leão quer preservar alguns jogadores. Na próxima quarta-feira, entretanto, estará em campo em Belém do Pará, onde o Tricolor disputa sua primeira partida na Copa do Brasil. “Ainda bem que o Pará é mais perto que a Alemanha”, brincou.





Fonte: gazetaesportiva.net
Crédito da Imagem: Djalma Vassão/Gazeta Press

Mano completa 2 anos com vitórias 'sem show' e faz gol virar artigo de luxo na seleção

Com média baixa de gols, Mano vê rivais na Copa-2014 vencerem com mais facilidade

Mano Menezes completa 2 anos de Seleção
A vitória por 2 a 1 sobre a Bósnia, na última terça-feira, com gol contra salvador nos acréscimos, reflete a cara da seleção brasileira na era Mano Menezes. Com triunfos simples e escassos de gols.

Em 21 jogos até agora desde que assumiu a equipe, o técnico gaúcho não sabe o que é vencer por goleada. Nenhuma das 13 vitórias foi por mais de três gols de diferença.

Veja média de gols e goleadas dos técnicos recentes da seleção em 21 jogos

Luxemburgo 2,7 gols 5 goleadas
Felipão 2,47 gols 6 goleadas
Dunga 2,09 gols 3 goleadas
Parreira 1,5 gol 4 goleadas
Mano Menezes 1,42 gol Nenhuma goleada

Se levar em conta suas últimas partidas no comando do Corinthians, antes do acerto com a CBF, Mano está há quase dois anos e um total de 38 jogos sem ver uma vitória arrasadora de seu time. A última foi no dia 7 de abril de 2010, com um 5 x 1 do time do Parque São Jorge sobre o Rio Claro, pelo Estadual.
A média de gols da era Mano na seleção é pífia: 1,42. Bem abaixo de seus antecessores Dunga (2,09), Carlos Alberto Parreira (1,5), Luiz Felipe Scolari (2,47) e Vanderlei Luxemburgo (2,7) quando estes completaram seus primeiros 21 jogos na seleção nacional. E todos eles já haviam conseguido pelo menos três goleadas até aquele momento.

Só o demitido Emerson Leão teve média pior: 1,09 gols, porém, comandou a seleção em apenas 11 jogos.
Tudo bem que desde o fim da Copa de 2010 pra cá a seleção enfrentou fortes rivais, como Argentina, três vezes, França, Holanda e Alemanha (só conseguindo uma vitória, sobre um time doméstico e com jogadores pouco conhecidos da Argentina).

Número de goleadas dos "top 10" da Fifa

Espanha 4
Alemanha 3
Holanda 4
Uruguai 3
Inglaterra 1
Portugal 4
Brasil 0
Itália 1
Croácia 0
Dinamarca 1                                                                   

Mas também encarou países pouco tradicionais, como Gabão, Egito e Irã, respectivamente 45º, 47º e 61º colocados do ranking da Fifa.

Atual sétimo colocado do ranking, sua pior colocação na história, o Brasil de Mano mostra pouco poder de fogo também quando comparado a seus principais rivais na disputa pelo título da Copa do Mundo de 2014.
Dos dez primeiros colocados, apenas a Croácia não goleou até agora no atual ciclo para o Mundial, iniciado após a Copa de 2010. Espanha (primeira colocada) e Holanda (3ª) golearam quatro vezes, enquanto Alemanha (2ª) e Uruguai (4º) conseguiram três.

Até a Argentina, atual 11ª colocada e fora do “top ten” da entidade, já conseguiu quatro goleadas desde o fim da Copa de 2010.

Logo após a vitória da última terça, o técnico já demonstrou estar incomodado com o baixo número de gols. “Não podemos ter medo de atacar. Essa segurança precisa ser melhor trabalhada”, falou o técnico.





Fonte: Uol Esporte
Crédito da Imagem: REUTERS/Miro Kuzmanovic